Prefeitos baianos iniciam gestões escorregando em decisões

Prefeitos baianos iniciam gestões escorregando em decisões


Por Alexandre Galvão
Em Adustina: o prefeito eleito pelo PSL,  Paulo Sérgio Oliveira dos Santos, nomeia sua esposa,  Brisa Luana Correia de Jesus, como secretária municipal de assistência social, e seu irmão:Rones Marcos Oliveira dos Santos,  secretário de administração e finanças do município de Adustina.nomeia como secretário de saúde Eugênio Santana Carvalho, nomeia como secretário de agricultura, Alex Silvio Andrade Santana,  nomeia  Ivone Gonçalves dos Santos, como secretária de educação, Cultura, Esportes e Lazer, nomeia como controlador interno Lucas Gonçalves dos Santos, nomeia Jone Gonçalves dos Santos, coordenador pedagógico I, função gratificada, nomeia Suely Reis dos Santos, coordenadora pedagógica I, função gratificada, nomeia Raphael dos Santos, coordenador pedagógico I, função gratificada.  informações do portal da transparência municipal(IMAP)


Os primeiros dias de gestão de alguns prefeitos baianos foram de erros que saltaram os olhos.
 Em menor ou maior escala, alguns deles “escorregaram” já nos primeiros dias à frente das prefeituras. 
Em Camaçari, Antônio Elinaldo (DEM) conseguiu romper a hegemonia do PT numa das maiores cidades do estado. Ao chegar à cadeira do prefeito, disse ter encontrado uma cidade suja. Para solucionar o caso, fez um contrato emergencial com uma empresa de um aliado político: Vitor Souto, filho do ex-governador Paulo Souto. 
 
Também demista, Fernando Gomes resolveu dar tons “familiares” ao seu secretariado em Itabuna. O prefeito nomeou esposa, filhos e parentes próximos para comandar pastas importantes da sua gestão. A ação chamou atenção de membros da Ordem dos Advogados do Brasil (OAB). O prefeito alega que as nomeações não são irregulares. 
 
Em Salvador, o bem avaliado ACM Neto (DEM) começou o ano com aumento de tarifa. A medida, apesar de prevista em contrato, não foi bem comunicada e a população foi surpreendida pelo acréscimo de R$ 0,30 na passagem. 
 
Em Guanambi, Jairo Magalhães (PSB) conseguiu barrar a eleição quase ganha de Nilo Coelho (PSDB). Como forma de agradecimento, resolveu “entregar” a chave da cidade a Deus. A medida pode até ter agrado a alguns moradores do município, mas deixou o Ministério Público e parte do PSB “na bronca”. 
 
Prefeita da maior cidade comandada pelo PT na Bahia, Moema Gramacho, em Lauro de Freitas, exonerou depois de quatro dias o secretário de Educação. Sem explicar o motivo, coube ao demitido expor os motivos: problemas jurídicos. Pode voltar. 

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